Nosso Roteiro pelo Equador – Quito e arredores

O nosso principal objetivo em visitar o Equador era subir o Cotopaxi. Para isso, planejamos um programa de aclimatação que é extremamente recomendado para aumentar o sucesso e diminuir as chances de ter o famoso mal de altitude. Quito foi escolhida como a nossa cidade base. Ponto de partida de todos os nossos hikings e subidas. Nos tempos livres, tentamos conhecer o que Quito tem de melhor. Dá uma olhada como foi.

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Vulcão Cotopaxi – O ataque ao cume

Como planejado, acordamos às 23h. Vestimos as inúmeras camadas nas pernas e na parte de cima, colocamos as botas, os capacetes e os demais equipamentos e descemos para tomar um café da manhã. Deixamos o que não era necessário na mochila grande e colocamos o essencial na mochilinha, que ficou ligeiramente pesada, mas confortável para o ataque ao cume do Cotopaxi.

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Vulcão Cotopaxi – A subida ao refúgio José Ribas

Estava doente. A garganta havia piorado bastante desde o cume do Iliniza Norte. Fazia mais frio do que o esperado e o corpo já mostrava os sinais do cansaço. A gripe só se aproveitou e me pegou de vez. Dormi nesse dia pensando qual seria a desculpa para dizer ao guia. Que não poderia subir ao Cotopaxi por isso ou por aquilo. Minha vida estava em jogo. Como posso escalar uma montanha de 5897 metros resfriado e sem estar 100% fisicamente. Isso ficou na minha cabeça.

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Iliniza Norte – O ataque ao cume

Era hora do ataque ao cume do Iliniza Norte. 4h da manhã e começamos os preparativos. Colocamos as roupas, camada por camada, capacetes, lanternas e tudo que era necessário e nos sentamos na mesa para tomar café da manhã. O café foi básico mas bem potente. Aveia com iogurte, pão e café bem forte. Saímos bem alimentados e prontos para as próximas 6 horas de caminhada.

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Iliniza Norte – A subida ao refúgio Nuevos Horizontes

Não esperava nenhum grande esforço no primeiro dia. Seria um hiking de umas 4h até o refúgio Nuevos Horizontes (4700 metros de altura). Seria muito parecido ao do Rucu Pichincha que havíamos feito no dia anterior. De lá, no dia seguinte, faríamos o ataque ao cume do Iliniza Norte, com seus 5126 metros de altitude.

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O vulcão Rucu Pichincha

Acordamos bem cedinho, preparamos o café e pedimos o táxi até o teleférico de Quito na recepção do hostel. Tentaríamos subir ao cume do vulcão Rucu Pichincha. Deixamos tudo preparado no dia anterior para não perder tempo. Queríamos chegar no máximo às 9h da manhã, hora que o teleférico de Quito abriria naquela terça feira, 1 de janeiro.

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Laguna Cuicocha e o Sandero de las Orquídeas

Primeira atividade de aclimatação à altitude. Nesse dia, faríamos o hiking em volta da Laguna Cuicocha, localizada à alguns quilômetros de Otaválo. O Sandero de las Orquídeas, como é chamada a trilha que circunda a lagoa possui 14 km de extensão e é feito normalmente de 4-5 horas. É uma bela experiência pra quem quer conhecer mais a região ao redor da cidade de Otaválo, além de seu famoso mercado artesanal.

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Ko Pha Ngan, a ilha perfeita

Ko Pha Ngan, ilha de vários estereótipos. O maior deles? anarquia total. Não é por menos, é aqui que acontece a famosa Full Moon Party. Resolvemos visitá-la mesmo assim, só que durante o período calmo. Tentar conhecer o outro lado da “lua”, o lado de uma ilha paradisíaca e com uma vibe super positiva.

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Ko Wua Ta Lap – Parque Nacional Marítimo Ang Thong

E o projeto montanhas continua. Em nossa viagem à Tailândia, resolvemos subir à alguns mirantes para ter visões privilegiadas das praias e da beleza natural desse país maravilhoso. Começamos pelo mirante localizado no Parque Nacional Marítimo Ang Thong, mais precisamente na ilha de Koh Wua Ta Lap.

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