Visitar Galápagos, mas a qual custo?

Demorei bastante para escrever sobre a nossa passagem por Galápagos. Acho que eu ainda não tinha entendido como tinha sido a nossa experiência por lá. E pra falar a verdade, eu ainda não sei como explicar. É uma mistura de sensações contraditórias. Essa contradição é devido principalmente ao custo de se visitar as ilhas. Lugar único para se visitar no mundo, mas a qual custo?

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Galápagos – Dicas para economizar na sua viagem

Experiencia prática vale mais do que 1000 posts. Mais um post com toda a experiência que tivemos em Galápagos e com dicas de como economizar nesse paraíso equatoriano, aí sim, vale ainda mais. Nesse post vou tentar te ajudar a realizar o seu sonho de visitar as ilhas, mais da forma mais econômica e com o conforto merecido.

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Nosso Roteiro pelo Equador – Quito e arredores

O nosso principal objetivo em visitar o Equador era subir o Cotopaxi. Para isso, planejamos um programa de aclimatação que é extremamente recomendado para aumentar o sucesso e diminuir as chances de ter o famoso mal de altitude. Quito foi escolhida como a nossa cidade base. Ponto de partida de todos os nossos hikings e subidas. Nos tempos livres, tentamos conhecer o que Quito tem de melhor. Dá uma olhada como foi.

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Vulcão Cotopaxi – Vestimenta e equipamentos

Nosso maior desafio até agora - Cume do Cotopaxi.

O Cotopaxi é uma alta montanha com 5897 metros de altura. Seu cume é coberto por neve pouco importa a época do ano e as condições climáticas podem variar drasticamente de um instante ao outro. Além disso, para esse tipo de montanha, vários equipamentos são necessários e sem eles, é praticamente impossível e eu diria irresponsável de se tentar a subida ao cume.

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Vulcão Cotopaxi – O ataque ao cume

Como planejado, acordamos às 23h. Vestimos as inúmeras camadas nas pernas e na parte de cima, colocamos as botas, os capacetes e os demais equipamentos e descemos para tomar um café da manhã. Deixamos o que não era necessário na mochila grande e colocamos o essencial na mochilinha, que ficou ligeiramente pesada, mas confortável para o ataque ao cume do Cotopaxi.

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Vulcão Cotopaxi – A subida ao refúgio José Ribas

Estava doente. A garganta havia piorado bastante desde o cume do Iliniza Norte. Fazia mais frio do que o esperado e o corpo já mostrava os sinais do cansaço. A gripe só se aproveitou e me pegou de vez. Dormi nesse dia pensando qual seria a desculpa para dizer ao guia. Que não poderia subir ao Cotopaxi por isso ou por aquilo. Minha vida estava em jogo. Como posso escalar uma montanha de 5897 metros resfriado e sem estar 100% fisicamente. Isso ficou na minha cabeça.

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Iliniza Norte – O ataque ao cume

Era hora do ataque ao cume do Iliniza Norte. 4h da manhã e começamos os preparativos. Colocamos as roupas, camada por camada, capacetes, lanternas e tudo que era necessário e nos sentamos na mesa para tomar café da manhã. O café foi básico mas bem potente. Aveia com iogurte, pão e café bem forte. Saímos bem alimentados e prontos para as próximas 6 horas de caminhada.

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Iliniza Norte – A subida ao refúgio Nuevos Horizontes

Não esperava nenhum grande esforço no primeiro dia. Seria um hiking de umas 4h até o refúgio Nuevos Horizontes (4700 metros de altura). Seria muito parecido ao do Rucu Pichincha que havíamos feito no dia anterior. De lá, no dia seguinte, faríamos o ataque ao cume do Iliniza Norte, com seus 5126 metros de altitude.

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O vulcão Rucu Pichincha

Acordamos bem cedinho, preparamos o café e pedimos o táxi até o teleférico de Quito na recepção do hostel. Tentaríamos subir ao cume do vulcão Rucu Pichincha. Deixamos tudo preparado no dia anterior para não perder tempo. Queríamos chegar no máximo às 9h da manhã, hora que o teleférico de Quito abriria naquela terça feira, 1 de janeiro.

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